
Beyonce Knowles
Beyonce não é só mais uma cantora da moda, ela já é um ícone pop, olha só o que Giorgio Armani disse aqui sobre a dona da pensão.

Beyonce Knowles
Beyonce não é só mais uma cantora da moda, ela já é um ícone pop, olha só o que Giorgio Armani disse aqui sobre a dona da pensão.

A velha guarda do jazz
Todo projeto que faz releitura de um determinado artista é sempre um risco artístico, mas sempre gera dividendos.
Na verdade isso não é nada mais do que, a indústria fonográfica tentando sobreviver em cima do que já foi feito. Basta ver que a maioria dos artistas hoje tenta buscar sua independência, por sorte de quem consome.
A justificativa é sempre a mesma. Modernizar.
Agora é a vez de Nat King Cole com “Re: Generations”, que lembra e muito o que Will.I.Am fez com Sergio Mendes em “Timeless”. O resultado vai agradar a varios segmentos.
“Straighten up and fly right” (Will.I.Am e Natalie Cole)
Remix com a cara do homem forte do Black Eyed Peas.
“Day in day out” (Cut Chemist)
O ex-Jurassic 5 é decididamente um maestro dos toca discos.
“Brazilian love song” (Michaelangelo Lacqua e Bebel Gilberto)
Tinha tudo para ser mais uma daquelas obviedades da industria fonográfica, mas Bebel mandou muito bem, como de costume.
“The game of love” (Nas e Salaam Remi)
Nat King Cole, era um negro nos EUA em meio a uma das fases mais racista daquele país. A participação de Nas trouxe um pouco dos ares da rua nessa faixa.
“Walkin my baby back home” (The Roots)
Clássico com rap clássico.
“Calypso blues” (Stephen e Damian Marley)
Nat King of Jamaican Cole, raga muff requintada.
“Nature boy” (TV On the Radio)
Tensão nos arranjos, o que é bom.

O homem groove
Eumir Deodato fez essa pérola sonora aqui em 1973, muito bem explicada aqui.
DJ Shadow usou “Also Sprach Zarathustra” para fazer música, bem aqui.
DJ Jazzy Jeff copiou a capa desse disco, em seu novo álbum aqui.
Certo dia, ouvindo uma música de Lupe Fiasco – que pedia autorização para usar uma de suas músicas para base – Deodato disse. “Gosto de saber que essa nova geração aprecia da minha música”, e claro, liberou sua composição para a base.
Visão assim na música é coisa rara, mas não deveria.
O fato de ser uma obra de Eumir Deodato já torna a audição obrigatória.

Jay na propaganda da The Fader
Jay-Z é hoje uma das figuras que melhor representa o poder da cultura hip hop, principalmente no âmbito comercial.
É o homem forte da Def Jam.
Quem trabalha em seus discos (como convidado ou tendo ele como produtor) torna-se sucesso imediato.
Na edição #58 da revista The Fader (que pode ser baixada em pdf pelo site), Kanye West, produtor do novo disco de Mr Rockafella, está na capa. Por acaso, a revista está com mais de quinze páginas de anuncio da “Rocawear“, grife do homem. Em um breve resumo, ele dita moda em todos os sentidos, é um estilo de vida que ele prega. E além do mais, é casado com Beyonce.
Só a MTV Brasil que não vê o que está acontecendo.
Isso é Cultura RaPop, seja bem vindo.