Arquivo | Abril, 2009

Pausa

30 Abr

ferias

Férias.

O Groove volta dia 12.05.

A última dica antes da folga é mais uma boa ideia Dubem, com o seu novo projeto Cepedube.

Já volto.

Filipeta do dia

29 Abr

quarteiroabril5email

Slim Rimografia rimando, DJ Marco no toca disco.

Diversão garantida.

Foto 04282009

28 Abr

march

Fim de semana agora (2 e 3 de abril) tem Virada Cultura na capital paulista, pra isso os guias dos jornais irão dar suas sugestões. No domingo acontece também em São Paulo a Marcha da Maconha.

O evento serve para colocar em discussão a legalização da cannabis. Tema que ainda gera polêmica, isso para uma “droga” que não mata ninguém. A planta já inspirou gente como Bezerra da Silva, Sabotage, Cypress Hill, Gilberto Gil, Chico Science, Marisa Monte, Chali 2na e vários outros. Põem fumaça nisso.

Essa foto foi feita na Marcha de 2006 em Budapest. Ano passado a Marcha foi proibida em São Paulo, vamos torcer para que esse ano a ignorância não apareça. Afinal, temos que cultivar nossos direitos.

Cultura RaPop

27 Abr

Alguém já viu a propaganda da Coca Cola com o urso dançando?

Agora escuta “Raciocínio Quebrado”, do Parteum.

Existe certa semelhança entre as batidas. Não sou nenhum especialista no assunto, mas aos ouvidos comuns se parecem e muito. Fabio “Parteum” Luiz entende do assunto, porém não teve participação. “Vendo como as produtoras trabalham, é melhor nem me informar sobre o ‘causo’. Muita coisa beira plágio, pra dizer a verdade”, comenta o sempre muito bem informado músico (um dos melhores do país).

Independentemente do que acontece, é bom ver o rap nacional influenciando o mainstream. Isso mostra o poder do que é feito no Brasil atualmente. Parece que o mercado caminha para absorver melhor seus grooves e sua mensagem.

A própria mixtape de Parteum é uma amostra da evolução por que passa o estilo. Como ele mesmo diz em “Raciocínio Quebrado”, “mais uma mutação genética no gênero de musica que faço”.

Caetano Veloso – Zii e Zie

24 Abr
Caetano Emanuel Viana Telles Veloso

Caetano Emanuel Viana Telles Veloso

Antes de mais nada, falar de Caetano Veloso é quase que impossível (com tanto fã devoto no Brasil, acabo me enchendo). Sim, o baiano é genial e ponto final. Mas ser genial todo o tempo é impossível – talvez por esta razão Chico Buarque ultimamente prefira escrever livros. Até mesmo Bob Dylan, que é o ser maior, fica cansado e de saco cheio.

Nos anos 80, o mais amado e odiado cantor e compositor baiano foi inteligente em sacar que o rock nacional era o que ia estourar. De cara foi para o lado do Cazuza, pois percebeu que ali morava a genialidade da geração. Fez isso também nos anos 70, quando focou na Banda Black Rio e em Jorge. Lembra “Ive Brussel”? 

Agora Caetano resolveu ser indie-rock. O resultado ficou OK. Quando tenta fazer o estilo de Los Hermanos, ele se sai bem melhor que Marcelo Camelo. Mas para isso nem precisa fazer força, não é mesmo? 

Há bons momentos no novo trabalho, como “A Cor Amarela” e “A Base de Guantánamo”, que lembra um pouco “Haiti”. Sugiro uma parceria com Mano Brown. Os dois precisam de coisas que se encaixem…pense nisso. Mas é um disco de Caetano Veloso, o que torna sua audição obrigatória.

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