
O compositor João Bosco apresenta álbum de inéditas intitulado “Não Vou pro Céu”
Sergio Carvalho
João Bosco é um dos compositores mais idolatrados pela nova geração da MPB. Isso devido à sua história repleta de clássicos e também pelo fato de ele ser um mestre em construir canções com arranjos certeiros. Sempre conseguiu alcançar o equilíbrio perfeito entre a poesia da bossa-nova e os arranjos requintados do jazz.
Em seu mais recente trabalho, “Não Vou pro Céu”, ele busca retomar o que lhe garantiu esse respeito, já que, desde 2003, não lançava um disco de inéditas. Para isso, chamou Aldir Blanc. Bosco tenta, com o disco, resgatar o valor da canção. Músicas como “Tanajura”, em parceria com o seu filho Francisco Bosco, mostram uma busca, mas nada tão inovador assim. O disco está na medida para quem gosta de João Bosco, que já colaborou demais para a evolução da canção brasileira. Está na hora de a nova geração mostrar originalidade.
Alguém se habilita?
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Vale a pena ouvir de novo
Galos de Briga (1976)
Esse disco é item obrigatório em qualquer lista que tente contar um pouca da história da música brasileira. Todo feito em parceria com Blanc, tem faixas como “Ronco da Cuíca”, “Incompatibilidade de Gênios” e “Miss Sueter”.
Gagabirô (1984)
O rock brasileiro começava a ganhar força nesse ano, em meio a isso João Bosco consegue lançar um bom disco. Está longe dos trabalhos dos anos 70, mas tem seu sucesso mais popular “Papel Marché”.
(Minha coluna semanal sobre musica da Revista da Hora, essa é do dia 19/07/2009)
Etiquetas:Aldir Blanc, João Bosco, Não Vou pro Céu, Revista da Hora



todo o respeito ao joão bosco, que é a cara do meu pai, mas não consigo imaginar ‘galos de briga’ em compact disc… não mesmo. hahahaha.
abraço
o http://twitter.com/pdralex Pedro Alexandre anda falando do álbum por aqui tb.
Serjão, muto style o Dolores na revista. Bota ai no groove pá noiz.
Bjs, boa semana e saúde ao groove.